La corriente SoB reivindica la independencia de Lula y llamó a la unidad de acción contra la extrema derecha bolsonarista

La izquierda independiente se plantó como alternativa y llamó a la unidad de acción contra la extrema derecha bolsonarista.

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En São Paulo fue un acto de la izquierda independiente (SOB, PSTU, MRT, CST y otras organizaciones sociales y sindicales), el cual reunió a unas 800 personas al frente del Teatro Municipal de la ciudad. Como señalamos desde SoB, aunque fue un acto de vanguardia, tuvo mucho valor en la perspectiva de construir un espacio de unidad de acción que permita impulsar una política de independencia de clase para enfrentar el avance de la ultraderecha bolsonarista en varios estados centrales del país (es el caso de São Paulo donde gobierna Tarcísio de Freitas), así como de poner en pie una oposición por la izquierda al gobierno liberal-social de Lula con sectores de la burguesía.

Esta es una tarea urgente en Brasil. Para explicarnos mejor, basta con señalar que, a pocos kilómetros del acto independientes, las centrales sindicales burocráticas junto con la izquierda reformista (PSOL), realizaron un acto bastante flojo en asistencia, al cual ¡invitaron al gobernador Tarcísio!

Intervenciones de Renato Assad, joven dirigente de SoB Brasil, y Pedro de la agrupación juvenil anticapitalista ¡Já Basta!


Renato Assad

Saudação 1° de Maio SoB Brasil

 

Esse 1º de maio é diferente, pois acontece em meio a uma nova etapa de crises, guerras, barbáries e – eventualmente – revoluções. Isso explica a intensificação da luta de classes. O genocídio em Gaza e os ataques do governo de extrema direita de Milei são algumas das manifestações da nova etapa.

Mas toda ação tem uma reação. As sociedades são “corpos vivos”; São seres humanos, em sua grande maioria explorados e oprimidos, que têm expectativa de vida e são capazes de construir uma concepção de mundo.

Nesse contexto, desenvolve-se um reinício da experiência histórica das novas gerações de trabalhadores, estudantes, movimento de mulheres e LGBTQ+. O capitalismo no século 21 não oferece nada além de crises econômicas e ecológicas e retrocessos em ganhos democráticos e culturais.

Assim, ao contrário das correntes céticas que só enxergam derrotas e unilateralmente exageram traços reacionários, a partir do SoB consideramos que estamos entrando em um mundo onde o retorno das revoluções é possível. O dilema “Socialismo ou Barbárie” foi reatualizado neste século 21; É uma abertura histórica onde temos que redobrar nossos esforços para promover os processos de luta, mas também para construir e fortalecer nossas organizações.


Pedro, Já Basta! Brasil/ Socialismo ou Barbárie Brasil

 

Desde o Brasil, neste 1° de maio, dia da classe trabalhadora, saímos às ruas em unidade com a esquerda socialista e de forma independente dos patrões, da burocracia sindical e dos governos capitalistas. Levantamos nossas bandeiras e, apostando na força da luta independente dos trabalhadores, exigimos a revogação de todas contrarreformas que, nos ultimos anos, avançaram contra os direitos da nossa classe, assim como, dos ataques neoliberais que tem implementado o governo liberal social de Lula e Alckmin! E também, compreendendo a tarefa de enfrentar a extrema direita pelas ruas aqui no Brasil e em toda América Latina, ecoamos o grito pela prisão de Bolsonaro e de todos os golpistas que atentaram contra as liberdades democráticas e o direito de organização, conquistas históricas frutos da luta da classe trabalhadora.

Compreendendo que a luta pela emancipação da exploração e da opressão é internacional, saudamos a realização deste ato e a unidade dos setores da esquerda revolucionária argentina neste dia de luta contra o governo ultrarreacionário de Javier Milei. Nos solidarizamos com a jornada de luta do povo argentino em especial a luta dos estudantes que, nos último 23 de março, colocou 1 milhão de pessoas em toda Argentina forjando o início de um novo estudiantazo em defesa da educação e da universidade pública!

Reiteramos também nossa irrestrita solidariedade aos estudantes nos Estados Unidos que neste momento ocupam suas universidades denunciando a cumplicidade assassina do governo de Biden ao genocídio do povo palestino e exigindo o rompimento das relações de suas universidades com o Estado sionista de Israel! Exigimos a libertação imediata e sem sanções acadêmicas dos mais de 900 detidos pela polícia estadunidense.

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